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VI Oficina: Carta de Salvador e criação do 1º Prêmio Nacional de Ações de Inclusão Digital. PDF Imprimir E-mail
03-Dez-2007
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O encerramento da Oficina foi marcado pelo leitura da Carta de Salvador e anúncio da criação do 1º Prêmio Nacional de Ações de Inclusão Digital. Baseado no Tratado IBAS (Índia, Brasil e África do Sul), o governo brasileiro lançará concurso na área de Inclusão Digital e anunciará os ganhadores ao fim da próxima Oficina, em 2008.
Os vencedores irão a Índia e África do Sul, em 2009, conhecer os projetos vencedores dos concursos destes países e receberão os representantes destes aqui no Brasil.


A Oficina contou com a participação de 1.620 inscritos. Destes, cerca de 960 são baianos e 450 pessoas dos mais variados estados contaram com o apoio do governo federal para virem ao evento.


Recorde de visitantes este ano, 2.400 pessoas circularam entre as plenárias e as oficinas, superando a circulação de 1.300 pessoas/dia na Oficina de 2006. À exceção de Roraima, pessoas de todos os estados da federação brasileira estiveram presentes.


“Isso representa a adesão total da sociedade ao debate. As pessoas trocando experiências, cada grupo relatando seus feitos, a apresentação de cases de sucesso exemplares. Vimos também a produção audiovisual e gráfica dos grupos, exemplos de rádios web e uma gama de oficinas realizadas. O balanço final desta Oficina é ótimo!”, comentou Assumpção.


O governo apresentou como meta, até o final do 2º mandato, que todas as escolas públicas tenham laboratórios de informática, a construção de infovias -muito discutida durante o evento-, e a regulação de impostos que facilitem o programa Equipamentos para Todos.


César Alvarez, Assessor da Presidência, afirmou: “a necessidade do uso das novas tecnologias é base para a construção de um Brasil moderno. Temos que melhorar os serviços e fortalecer as políticas públicas de Inclusão Digital, através de ações pedagógicas e estruturais.”


Perguntado sobre a formação do Conselho Federal ou Secretaria de Inclusão Digital, Alvarez respondeu: “para a inclusão tecnológica, o governo precisa da participação das comunidades e que as associações de moradores atuem como gerentes locais sob a supervisão das prefeituras municipais. Esta Secretaria virá no momento certo. O momento é de aproveitarmos o agente descentralizador, a Casa Brasil, e o lançamento do ONID – Observatório Nacional de Inclusão Digital.”

 

A importância do acesso público em espaços públicos, sem fins lucrativos, mas com auto-sustentabilidade; construção de infovias; economia solidária; conteúdos locais de produção e difusão; governança na internet e politicas públicas de Inclusão Digital foram os temas debatidos no evento, iniciado desde o último dia 26, em Salvador.

 
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